| Nó de Empate "bão" não desempata |
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Quinta Feira Santa saímos da barra de Bertioga por volta das 7 horas da manhã. Na velha Marajó 16. Estávamos eu, meu cunhado Silvio e a mais nova companheira de pesca a Alice, irmã mais velha da Paula minha mulher. O sol já apontava lá por trás do Montão de Trigo deixando um rastro Dourado exatamente marcando a rota que iríamos seguir. O Mar, aquilo não era mar, estava mais para uma piscina, nenhuma onda nem mesmo marola, totalmente parado , Ao sair da barra ajeitei o Silvio e a Alice para melhor distribuir o peso e dar maior equilíbrio ao barco, pois éramos três pesos pesados para ser empurrado pelo pequeno motor Suzuki 35. Alice ficou ao meu lado e o Silvio sentou na Foram 25 minutos de motor aberto, e com o reflexo do sol diretamente no rosto. Logo a minha esquerda pude ver claramente o último prédio do Condomínio São Lourenço, olhei para a direita e lá estava a ponta do Perequê. Normalmente eu gastava perto de 30 a 35 minutos até esta posição que é a minha preferida para pescar na região. Cortei o motor e o barco parou num silêncio profundo que dava para ouvir a respiração forte da ansiedade que toma todo pescador neste momento. Esperei a Marajó posicionar-se e logo estava ela a deriva com proa apontada para Alcatraz Duas varas para cada um, sendo uma boiada e uma de meia água. Os dois companheiros já estavam bem acomodados e pescando quando então pude sentar e preparara o meu material, e naquele dia algo de especial, estava estreando uma Ficamos ali mais uma hora e nada, nem sinal dos peixes, a Alice contente e esnobando, o Silvio tranqüilo como sempre, porém desta vez mais ativo, pois havia ajudado a Alice a embarcar seus espadas, e eu muito puto por não ter amarrado de forma adequada aquela linha nova e em conseqüência ter perdido aquele peixe que nas minhas contas, e pelo tranco que deu devia ter mais de 10 quilos. Sugeri mudar de local e irmos em direção do Cascalho na frente do Perequê, pois de onde estávamos podíamos avistar vários barcos pescando por lá. Todos concordaram e lá fomos nós. O mar continuava lindo e liso como nunca. A visibilidade era ótima e ao longe pude avistar uma mancha escura na água, e sem nada falar reduzi a velocidade do barco e fui em sua direção, podendo notar ao aproximar que era um monte de Foram quase 15 minutos de toma linha, recolhe linha, aperta fricção, solta fricção, até que ela boiou perto do barco, uma linda Prejereba, que com a ajuda do Silvio conseguimos embarcar e calculamos de deveria ter uns 8 quilos. Gritos a bordo e comemoração, Silvio sugeriu uma latinha de cerveja, mais de imediato tratei de localizar a moita flutuante, pois tinha uma forte intuição que lá havia mais peixes. Localizei a moita ainda perto do barco uns 300 metros a frente. Liguei o barco e fomos para perto, novo arremesso, e parecia vídeo tape, foi só bater e puxou, desta vez para traz, correu menos, uns 15 metros de linha. Ferrei para confirmar e estava pego, porém o problema veio ao recolher a linha, que ficou emaranhada com os galhos que boiavam. Não dava para forçar, pois a linha ia ralar nos galhos e partir. A Alice tomou o controle do barco e em marcha lenta fomos até a moita. Dava para ver o peixe uns 3 metros abaixo lutando para escapar, missão impossível, pois tinha engolido a garatéia. Com a ajuda do Silvio e da bicheira (gancho de ferro para embarcar peixes grandes) conseguimos soltar a linha e embarcar mais esta Prejereba que era pouco menor que a primeira, estimamos uns 5 quilos. Agora, mesmo que outros peixes estivessem acompanhando a vegetação flutuante já teriam batido em retirada depois de tanto estardalhaço . Fomos então até o cascalho onde peguei mais dois espadas e o Silvio conseguiu tirar um dedo e também fisgou outro. Pouco depois de meio dia com 6 espadas e duas prejerebas decidimos ir para casa cuidar do almoço. Na marina já tomamos conhecimento que a pesca naquele dia estava boa, pois quase todos haviam pegado pelo menos alguns bons espadas. Como de costume a primeira coisa que fiz ao chegar em casa foi limpar os peixes, e nesta tarefa não tive dúvidas, comecei pela maior das espadas, aquela Pescada pela Alice. Cortei a ponta do rabo, e com a tesoura cortei as Posso até perder um peixe de 10 quilos, mas não estava conseguindo admitir o fato de ter feito um nó de empate que se soltou ao fisgar um peixe, pois nó de empate "bão" não desempata. Marcos Falcon Contador de Histórias Este é um fato verídico.
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Na semana da virada do ano estava a passeio em Santo Andre na casa de meu irmão quando o Luiz amigo velho nos convidou para a pescaria ne um local chamado Pereque eu que não sou muito de mar aberto fiquei desconfiado mais companherismo em primeiro lugar, fomos eu Luiz Walter e Rafael e lá contratamos o Nene que nos levou mar ha dentro, o lugar é maravilhoso e o mar estava uma piscina pegamos muitos espadas, algumas bicudas e corvinas´só não deu mais pois sou fraco de estomago e acabei ficando mareado mais valeu a pena e pretendo voltar lá em 2010, sou de Curitiba e este fim de semana tem pescaria na Ponta da Pita, Antonina Paraná.